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Santander e CGD já aprovaram cerca de 14 mil milhões em moratórias de crédito

15 mai 2020
Santander e CGD já aprovaram cerca de 14 mil milhões em moratórias de crédito
A moratória permite aos clientes adiarem o pagamento até setembro deste ano, por causa da pandemia da Covid-19. Fonte: Idealista News

Por causa do impacto da pandemia da Covid-19, o Governo decidiu avançar com uma moratória que se aplica ao crédito à habitação e empréstimos de empresas, que permite adiar os pagamentos até setembro deste ano - e que depois foi complementada, de resto, por uma iniciativa privada da banca. Até agora, a Caixa Geral de Depósitos (CGD), por exemplo, já aprovou quase 40 mil pedidos de moratória no crédito, num montante global de perto de 5 mil milhões de euros. Os clientes do Santander Totta, por sua vez, pediram moratórias de crédito equivalentes a 9 mil milhões de euros, no total de 82 mil famílias e empresas.

Os dados do banco estatal, liderado por Paulo Macedo, foram divulgados pelo administrador financeiro da CGD, José Brito, esta quarta-feira, dia 13 de maio, na conferência de apresentação dos resultados do primeiro trimestre de 2020. Segundo os números revelados, citados pela Lusa na imprensa nacional, e que incluem as moratórias do Estado, da Associação Portuguesa de Bancos (APB) e da CGD, foram recebidos, ao todo, 54.010 pedidos por parte de clientes particulares e empresas até 11 de maio. Deste total, 47.114 eram elegíveis e já foram aprovados 37.846 pedidos de moratórias, no total de 4,7 mil milhões de euros.

O Santander, liderado por Pedro Castro e Almeida, revelou ter recebido, ao todo, mais de 80 mil pedidos de adesão às moratórias por parte dos clientes particulares e empresas, num total de 9 mil milhões de euros. Na apresentação de resultados do primeiro trimestre, CEO raferiu que os clientes que aderiram às moratórias representam “25% do total do crédito a particulares e 40% de crédito a empresas e elegível, ou seja, excluindo o crédito a grandes empresas, nomeadamente através de papel comercial, e o crédito do setor Estado”.

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